Carlão você se libertou nos braços de um nestor
Belo dia estavas tú com 1 boyzinho todo nú
Não querias assim acordar
Somente se lambuzar
Delirando de prazer
Até teu cú doer
Chamando o rapaz de meu amor
num eterno gemer de paixão
Entoando um a profana canção
Libido,meu libido,meu querido e proibido
Retrucando o mantra rindo
Disse-lhe então
Infame diversão, quero essa não
Mas te respeito,é tua opção
Para sempre serás meu irmão!
A ligação de duas energias
Entregue o complemento enriquecido
Faz de nossas sensações puras alegrias
Num encontro de um idioma sentido
Essa explosão pioneira da afinidade
Revela a verdadeira compreensão da amizade
Onde postarão afinidades com proteção
Graças ao fortunado destino em saldação
O amor amistoso será por muito
Vela em chamas a crescer
Rocha em essência a proceder
Desilusão chocante no presente fato
Essa totalidade das mutações incontroláveis
Exposta por desprezo e enriquecedora adimiração
Nos momentos diversos dos segundos incontroláveis
Por explosões inconscientes entristecedoras
E a reconciliação de luzes regeneradouras
Que atiram incansáveis seriedades
Que nem devastadora metralhadora
Meu Deus do céu como ela é linda
Tudo conspira para que seja uma natureza completa
A voz tem uma perfeita melodia e o semblante é tão defilado
O aroma da pela me inspira,hipnotiza minha alma
Seus movimentos estão numa harmonia
Como borboletas bailarinas
Eu a amo, e nem a conheço tanto
Mas é tão cativante
Perco a noção do tempo quando penso nessa magnífica criatura
Sua doçura seduz até o mais ortodoxo papa
Inshalá ,seus encantos não param nunca
E seu olhar de tigresa é tão elegante
Penso nas ondas do mar
E me afogo de amor
Penso nela e me embriago de dor
Meu coração palpita freneticamente acelerando minha ansiedade
Ai que vontade de te beijar
Uma transa louca
O que eu posso fazer?
Já nem sei como agir
Minha voz gagueja
Meu corpo trava
A quero,a amo tanto
Almejo-a desesperadamente
Tudo me cativa
Seu lado sagaz
Sua beleza angelical
Ah essa felina de fato é um animal
Com garras deveras amoladas
Que arranhou meu peito
Suspiro de deleito
E sangro de paixão
Tão sedutora suas atitudes
Ela chama a atenção do mundo com sua beleza
Os cabelos longos e escorridos negros
Seus seios tão voluptuosos
Faz me ter orgasmos mentais através de pensamentos ansestrais
Por que ela sempre esteve lá
A princesa das formosuras
Deve ser a filha caçula da própria vênus
Deve ter nascido também no mar
Porque é só gozo
Até o pescoço
É delirante e embriagante
É sublime e solar
É a corrente deste ar
Que me inspira a cantar
Os instrumentos estão trepando
A uma harmonia deliciosa de guitarra e metal
Explode milhões de gozos saborosos feito mel
É um prazer místico entrelaçado
Foda-se os que não achem
Estão surdos ao amor do mundo
Tirem as sujeiras dos seus ouvidos através de um descabaço
Gozam as meninas no ouvido do moço
Ao mesmo tempo em diversas claves
Na sonoridade de pássaros no final do dia
Acabasse a melancolia
E brilha a luz da lua
Vão todos para rua
Cante e dance a mística do corpo nú
Cachoeiras de vinho e pés enormes de maconha
Flores carnívoras acasalando e se devorando
Aranhas e serpentes também
Ursos pandas
A própria relva
Piranhas,ah as piranhas
Elas são as que mais brincam
E o céu com suas cores a mudar constantemente
Os coqueiros apalpados pelo vento
O sol não para de brilhar
Arde as bundas na praia se bronzeando
Gemidos de masturbação sonora é este o canto
Civilizações se erguem no mar
Chora meu amor ,chora
pede mais a música
Implora
vulcões atingem o céu
As abelhas produzem mel
Sangue não mais nas batalhas
Sangue nas virgens
Isso é pudor?
Raios partão,eu quero fervor
Canibais se devorem também
Não tem censura
Cristal e estrelas marinhas
namoram-se entre a terra e a água
Flautas,tambores e violinos
Namoram entre si
A melodia transa com nossa pele
Já não há mais que não ame
Todas estações viraram una
O mundo enlouqueceu
A maré secou e encheu
As sombras se multiplicaram
Flores caíram do céu
Chuva de mel
É ejaculo extra sensorial
O mundo já não é mais caos total
Depressão é um negócio pesado
Se o cara não tomar cuidado ele baila
sangra,arde em meio a noite que rala
E o espírito que vaga encoleirado
Sobre um plano eternamente negro
O frio paralisa uma respiração que não há
Chove sangue,abatem os bois indo para lá
empalidecido anulante e magro
O homem vagueia com destino velado
E fica assim choramingando o escombro
Pairando de um para o outro lado
Conhece o vazio do caos com assombro
É frito um monstro com pavor,é destroçado
E sempre se perguntando o porque do amaldiçoado
Você é maior do que seu umbigo
E no entanto se acha uma constelação de merda
Pensa que são flores mas não percebe a queda
E porque cargas d´água eu ainda penso nela
Se essa medeia suculenta abrir a tela
Ei de filmar um enredo genial
Ela então não me levará a mal
E serei um lobo mal
Extermino esse pensamento nefasto
E falo com um amigo
Contigo leitor e pensador
Mas porque esse filme de terror?
Essa amozonas se finge de santa mais é quenga
Imagino que é inimaginável a procedência de seu cabaço
Por isso a amo
É eu adoro piranhas
Elas são tão sedutoras e malignas
Que faço questão de arrancar um pedaço delas
Esse filme agora está mais bonito,elas?
Gostei dessa palavra
E não sei porque
Gostei
O cara pode fazer uma puta vitamina
E lamber o bigode
Todas as cores,asas etnias
Mas tem que ser bela
É difícil achar
Por que as vezes a alma é suja?
Mas não gosto de sujeira
As vezes faço besteira
Hora,só porque ela tem um rabão eu tenho que levar pra cama
É, a bunda bem esculpida ajuda
Se for inteligente então fodeu
Vai ser um mar de gozo
Ah,mas já está sendo
E pra sempre será
Danadinhas,diabinhas,danadinhas,buceti…
O negócio é lamber os beços
E não pegar bactéria no pau
não me leve a mal
Sade já escrachava mais especificamente
E nos dias de hoje já não há mais quem seja temente
Vire tenente erótico de chupadores de bocetas
E gozos danados de tara e maléfica
Riam então as putas e os cafetões apalpados
Moléstia de ninfetas famintas de tesão
E calígulas a soltos nas luas de sertão
Brinda os mistérios do corpo nu
E arrota as ninfetas de tanta pica no cu
Corre boatos de tesão sem prontidão
E as virgens na escola loucas como leão
O cio, já não para de correr os ares
As pernas se abrem como mosaicos
labaredas lindas de priquitas no ar
Bilola se enchendo de esperma à ejacular
Professora doutora em pênis
E seus alunos soberbos a brincar
Castiga o carrasco aquele buraco roliço
E não para o feitiço,ai não para…
Não me maltrate com seus caninos de burracha
Seu feitiço é caos de nenem
abóbora sonolenta de cinderela
corra,corra,coloque as foices de fora
Eu sei que você é uma Medéia que quer morte
Porra sanguinolenta do veneno grego
Carnívoras de espinhos e maldições
Vibre na noite como leões!
Você é uma flor
mas uma planta carnívora
com sua boceta dentada
estranguladora orgásmica linda
sublime lua cheia de gozo
Linda,malicia e amor
estranha pureza icógnita
mas há de brilhar
uma pica limpa quando entrar
você gemerá,um eterno geme geme
você geme.e nós poeteiros a tremer
doi,mas você também rói
a sua boceta a profanar
arde no céu a brilhantina
brilha,brilha estrelinha
constelação de vagina há brilhar
e a pica de escorpião danado em ferroar
lapada,rasga,mela
melancolia sem arrepender
jura que quer
brinca de tanto querer
bocetas
bocetas em mel
abelhinha picando,flor da idade que igita
brinca de cintilar
flor romana que ama
chama Calígula pra brincar
almeja fortemente o volptoso
fornicando a trepadeira
dama,danadinha
vem minha pea
mordicar.
Por enquanto estou bem
A sanidade toma conta de mim
Mas quando o eco em meu cérebro soar
O portal da babilônia irá se abrir
Será uma explosão de cores
Cintilante em todas as partes
E depois na tempestade de lágrimas fumegantes
A dor da melancolia irá me estrangular
Fazendo um um filme de horror
Nas entranhas de meus pensamentos vastos
Parece-me que já não sei mas quem sou
Onde estou e o que será de minha carcaça
A confusão é gerada por um misto
De gozo e náusea
Pois a medida em que eu choro
Também sinto meu membro volupto se aprumar em minhas vestes
Nessa instancia,é de vigor um controle
Para não arrepender-me de meus atos
Mas como proceder-me?
Se agora sou um faraó
Como impedir-me? Se almejo diversão
E quando esse redemoinho sucumbir
Serei uma ameba a apodrecer,na realidade bitolada
A medida que as pessoas tiverem pena de mim
Só restará então meus pensamentos
Que torturaram sadicamente minha lembranças